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As crianças e os tablets

Você já entregou seu celular ou tablet para o seu filho se distrair enquanto você tenta fazer alguma outra tarefa? Segundo um artigo publicado no Mashable, 22% dos pais já deram aos fihos um iPod, iPad ou smartphone para manter os seus filhos ocupados enquanto fazem outras tarefas. E 40% das crianças com oito anos ou menos já usou um tablet em algum momento. As estatísticas dos EUA tendem a ser maiores que as nossas, pelo nosso acesso mais reduzido a esses aparelhos (custo dos aparelhos, renda da população, aquela coisa toda) – mas mesmo assim não há dúvida de que essa é uma tendência crescente. Nossas crianças estão cada vez mais usando esses dispositivos no seu dia a dia, seja como simples distração para que os pais executem alguma outro tarefa, seja como recurso didático.

Embora as estatísticas indiquem que a maior parte das crianças usa os aparelhos para divertir-se com jogos, um aspecto que me chamou a atenção foi um teste realizado com um grupo de crianças que usaram um aplicativo no iPad para aprender álgebra. Foi aplicado um teste com dois grupos de crianças, um que usou o aplicativo para estudar e outro que estudou apenas com os tradicionais livros. Dos que usaram livros, 59% atingiram a nota de corte. Entre os que usaram o iPad, esse número subiu para 78%. Outros testes indicam que os tablets podem trazer ganhos em determinadas aptidões da criançada. Ou seja, parece que o iPad e dispositivos similares podem ser um bom recurso para o ensino e desenvolvimento.

Aqui em casa temos um exemplo disso – a Ana (dois anos e meio) saiu usando o nosso iPad desde o primeiro momento, e em umas duas semanas ela dominou completamente o aparelho – escolhe o aplicativo que quer usar, troca de um pra outro, enfim, usa tão bem ou melhor do que muitos adultos menos habituados com dispositivos tecnológicos.  Se isso ajuda no seu desenvolvimento, não tenho certeza. Mas de qualquer forma, parece ser melhor do que sentar passivamente na frente da TV, o que já seria um avanço… O que vocês acham? Já entregaram um smartphone ou tablet para distrair os filhos pequenos? Acham melhor ou pior do que deixar assistindo a um desenho na frente da TV?

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Ouça os batimentos cardíacos do seu bebê em casa

Quem já é pai ou está grávido sabe da maravilha que é aquele momento da consulta pré-natal quando você ouve os batimentos cardíacos do seu bebê. Se você não acompanha a mãe do seu filho nessas consultas, recomendo que não perca mais nenhuma a partir de hoje – acho fundamental participar plenamente da gravidez, e esses momentos são mágicos.

Esses dias tomei conhecimento do Angel Sounds, um aparelhinho para uso doméstico que permite escutar e até mesmo gravar os batimentos cardíacos do seu bebê na barriga da mãe. Procurei para ver se estava disponível por aqui, e para minha grata surpresa está! Minha recomendação para quem se interessou é usar um comparador de preços como o Buscapé ou o Mercado Livre, o aparelho está disponível em ambos. Os preços variam de R$140 através de “importadores independentes” no Mercado Livre, a R$210 na única loja online que encontrei que oferece o produto.
Minha dúvida é se um aparelho desses ajuda a criar um vínculo maior entre os pais e o bebê, ou se pode ser uma fonte de preocupação por ser, de certa forma, um aparelho médico usado por leigos. Já pensou se o bebê está em uma posição ruim, ou a pilha está fraca e você não percebeu, e você não consegue ouvir os batimentos do bebê? É pânico na certa, e provavelmente sem razão. Mas sem dúvida parece ser um aparelhinho divertido!